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28 brasileiros que podem estar correndo risco de demissão no UFC

UFC 145: Jones v Evans - Press ConferenceO chefão Dana White está fazendo uma limpa no UFC ultimamente, demitindo muitos atletas , algum de peso,mas que não possuem um bom desempenho nas lutas.

O Ultimate possui mais de 350 atletas em seu plantel, sendo 64 do Brasil. No entanto, 28 lutadores brasileiros se encontram em situação delicada na organização, e podem depender do resultado de suas próximas lutas para se manter empregado.

Veja a lista completa

Gerônimo Mondragon (peso-pesado): assinou com o UFC para estrear contra Gabriel Napão, mas saiu do card do Rio ao ser constatada hepatite B. Ainda não tem luta marcada.

Thiago Silva (peso-meio-pesado): venceu duas das últimas três lutas, mas ambos os triunfos foram anulados com o resultado positivo do antidoping. Suspenso, ele tem apenas uma vitória desde 2009 (no período, fez seis lutas).

Fábio Maldonado (peso-meio-pesado): conta a seu favor o fato de sempre estar disposto a enfrentar qualquer adversário e promover lutas empolgantes, mas venceu apenas a primeira de suas quatro lutas no evento. Ainda não tem luta marcada.

Ednaldo Lula (peso-meio-pesado): perdeu a única luta que fez na jaula, para Gabriel Napão, e cancelou sua estreia nos meio-pesados após fraturar o antebraço. Ainda não tem luta marcada.

Guto Inocente (peso-meio-pesado): está invicto no MMA, mas o fato de ter vindo do Strikeforce e lutar em uma categoria superlotada torna decisiva sua estreia na organização, que ainda não tem data definida.

Rousimar Toquinho (peso-médio): já chegou a ser apontado como possível adversário de Anderson Silva, mas vem em má fase. Perdeu duas seguidas por nocaute, e não tem vitórias sobre atletas no Top 10 do UFC. Foi pego por doping na última derrota e está suspenso até o segundo semestre do ano.

Rafael Sapo (peso-médio): venceu metade das lutas que fez no evento, mas ainda não está seguro no emprego. Vem de vitória, então um novo triunfo o coloca em posição mais confortável. Ainda não tem luta marcada.

Caio Monstro (peso-médio): foi contratado após apenas cinco lutas na carreira e perdeu na estreia, o que lhe coloca em posição de risco. Ainda não tem luta marcada.

Daniel Sarafian (peso-médio): conta a seu favor o fato de ter conquistado relativa fama com o reality show do UFC no Brasil e ser patrocinado pela franquia, mas perdeu em sua estreia. Precisa vencer a qualquer custo para não ficar na corda bamba. Ainda não tem luta marcada.

Paulo Thiago (peso-meio-médio):assim como Maldonado, sempre promove lutas empolgantes, mas venceu em apenas uma das cinco últimas aparições. Ainda não tem luta marcada.

Sérgio Moraes (peso-meio-médio): ganhou de bandeja a vaga na final do TUF Brasil com a lesão de Sarafian, mas perdeu para Cezar Mutante. Venceu em seguida, mas precisa manter o cartel positivo para respirar. Ainda não tem luta marcada.

Marcelo Magrão (peso-meio-médio): invicto no MMA, estreou com vitória, mas não lutou bem. Pega um sul-coreano neste sábado, pelo UFC Japão, e um triunfo lhe daria mais tranquilidade.

Yuri Villefort (peso-meio-médio): estreou no último sábado e perdeu para outro ex-lutador do Strikeforce. O fato de a luta ter sido movimentada deve lhe manter o emprego, mas uma nova derrota pode custar o cargo. Ainda não tem luta marcada.

Thiago Tavares (peso-leve): vinha em boa fase, mas foi nocauteado por Khabib Nurmagomedov no UFC de São Paulo. Piorou sua situação ao ser flagrado no antidoping, e uma nova derrota pode ser encarada como definitiva para os cartolas. Está suspenso até setembro.

Gleison Tibau (peso-leve): um dos brasileiros há mais tempo na organização, vem de duas derrotas em três lutas. Ainda não tem luta marcada.

Rafaello Trator (peso-leve): não foi bem em sua primeira passagem pelo show e aceitou lutas em cima da hora no retorno, o que contou a seu favor. Vem de vitória, mas é a única em suas últimas três aparições na jaula. Ainda não tem luta marcada.

Fabrício Morango (peso-leve): tem uma vitória em quatro lutas pelo Ultimate, e se recupera de lesão. Ainda não tem luta marcada.

Francisco Massaranduba (peso-leve): leva vantagem por ser carismático e ter cativado o público no TUF Brasil, mas tem uma vitória em duas aparições, então precisa vencer para trabalhar sem a pressão da demissão. Ainda não tem luta marcada.

Cristiano Marcello (peso-leve): luta neste sábado, no UFC Japão, e necessita da vitória. Vem de polêmica vitória por pontos no Rio de Janeiro, sua única na organização. Ainda não tem luta marcada.

Lucas Mineiro (peso-leve): foi chamado às pressas para o UFC SP e perdeu para o mais tarimbado Edson Junior. Terá nova chance por ter aceitado o pedido da organização, mas uma nova derrota lhe custaria o emprego. Ainda não tem luta marcada.

Adriano Martins (peso-leve): venceu Jorge Gurgel no Strikeforce e carimbou o passaporte para o UFC, mas o excesso de pesos leves sob contrato com a franquia deve causar mais cortes na divisão. Precisa atingir o mesmo resultado no octógono. Ainda não tem luta marcada.

Rani Yahya (peso-pena): vem de vitória por finalização sobre o já demitido Josh Grispi, e luta neste sábado, pelo UFC Japão. Se vencer, coloca os pés mais firmes no evento. Ainda não tem luta marcada.

Charles do Bronx (peso-pena): o nocaute para Cub Swanson pôs fim à boa sequência no peso pena, e apenas a vitória interessa. Seu caso não é tão complicado, mas a derrota pode custar caro. Ainda não tem luta marcada.

Felipe Sertanejo (peso-pena): venceu apenas uma de três lutas no evento, com uma derrota e um empate. Não faz lutas mornas, mas só isso não garante seu emprego por muito tempo. Ainda não tem luta marcada.

Rodrigo Damm (peso-pena): saiu do TUF com vitória e perdeu em seguida, em luta ruim. Mais experiente, sabe que só a vitória lhe deixa na organização. Ainda não tem luta marcada.

Godofredo Pepey (peso-pena): o vice-campeão do TUF vem de vitória, mas o excesso de atletas sob contrato provocará cortes – e sua cabeça pode rolar se perder mais um confronto. Ainda não tem luta marcada.

Johnny Eduardo (peso-galo): perdeu no UFC Rio 1 ao ser chamado em cima da hora, mas venceu em seguida. Uma derrota deixaria seu cartel negativo, colocando-o em risco iminente. Ainda não tem luta marcada.

Marcos Vina (peso-galo): levou sufoco em sua estreia na jaula, quando venceu por nocaute, mas não levou a mesma sorte na aparição seguinte. Precisa do triunfo para não ser forçado a procurar outro ringue para lutar. Ainda não tem luta marcada

(Fonte: tatame.com.br )

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