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Entrevista com Lyoto Machida

Ex-campeão do UFC na categoria meio pesado, o carateca Lyoto Machida participou do programa Globo Esporte, da TV Liberal, na tarde desta quarta-feira. Entre outros assuntos, o paraense falou da lesão no joelho, a expectativa para a sua próxima luta e o desempenho de Vitor Belfort na disputa de título contra o americano Jon Jones, no último sábado, em Ontario, no Canadá.

Confira a entrevista na integra.

Lesão no joelho esquerdo

– Já venho tratando normalmente com o meu fisioterapeuta e estamos na parte final do tratamento. Voltei a treinar e estou sob os cuidados dos médicos para que nada saia errado. Mas essa lesão não é nada que incomode. Tenho condições de lutar esse ano, estou com tempo hábil pra isso. Agora é só esperar a posição dos organizadores do evento.

Próximo adversário

– As pessoas falam em dezembro, mas tem gente falando que a minha próxima luta será em janeiro, em um evento no canal aberto dos Estados Unidos, ou então contra o Dan Henderson. Tem alguns prováveis, mas pra mim não faz diferença. Quero estar pronto e se tiver que fazer uma luta antes (da disputa pelo cinturão), vai ser bom pra mim. Ganho mais experiência e chego muito bem preparado

Preparação nos EUA

– A gente nunca deixa a nossa cidade natal, porque Belém fez e faz parte do meu treinamento, de tudo o que conquistei, mas acho que é bom buscar novas conquistas, novos desafios, e os Estados Unidos têm isso. É uma batalha atrás da outra, com treinamentos duros. É tudo novo, língua, cidade…

Derrota de Vitor Belfort para Jon Jones

– O Vítor me surpreendeu, lutou bem. No armlock ele poderia ter terminado ali mesmo a luta. Mas o Jon Jones conseguir tirar essa posição por um golpe de sorte ou então mérito dele. O Vítor se defendeu bem, aplicou posições no chão. O Jon Jones tem grandes falhas, não é esse cara que todo mundo olha e acha imbatível. Ele é arisco, procura evoluir nos erros, mas deixa brechas no chão, não é faixa preta. É um cara perigoso e que tem que ficar atento.

Recusa de luta contra Jon Jones

– Acredito que tomei a decisão certa, pois tinha acabado de fazer uma luta, e psicologicamente a gente relaxa. Tinha acabado de chegar com a minha família no Brasil e se gasta tempo. Teria que ter uma semana só para reunir a equipe. Não tinha tempo hábil para preparação. Tenho que estar bem treinado. Perder é uma consequência, mas não posso perder pra mim mesmo.

(Fonte: sportv.globo.com )

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