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Suspensão de Cyborg por um ano é mantida após audiência na Califórnia

A suspensão de um ano da licença da lutadora brasileira Cris Cyborg foi mantida pela Comissão Atlética do Estado da Califórnia, após audiência realizada nesta segunda-feira, em Sacramento, EUA. Mesmo um pedido de redução da sentença para seis meses foi negada pelo órgão. Com isso, a ex-campeã peso-pena feminino do Strikeforce segue impedida de lutar até dezembro.

Cyborg foi suspensa em janeiro, após testar positivo para estanozolol em um exame antidoping realizado após sua luta contra a japonesa Hiroko Yamanaka, em 17 de dezembro. A comissão atlética californiana suspendeu sua licença por um ano, efetivo a partir da data do exame, e a multou em US$ 2.500 (cerca de R$ 4.500). O Strikeforce também tirou o cinturão da brasileira, conquistado em agosto de 2009 ao derrotar a então campeã Gina Carano

Na audiência desta segunda, Cyborg não contestou os resultados do exame, mas alegou que havia tomado um suplemento alimentício recomendado por um membro de sua equipe de treinadores, sem saber que continha substância proibida. A brasileira, que numa mensagem de vídeo gravada no mês passado garantiu que havia demitido esta pessoa da equipe, declarou ser contra o uso de esteróides no MMA, e seu advogado anunciou que ela estava sendo testada para doping mensalmente, que a multa já foi paga, e que a campeã tomou medidas para assegurar que não consuma novamente suplementos com substâncias banidas.

Os argumentos, entretanto, não convenceram a comissão atlética a revogar ou diminuir a punição. O comissário John Frierson moveu uma moção para reduzir a suspensão a seis meses, mas foi negado.

Com isso, Cyborg só poderá voltar a pedir uma licença para lutar no final de dezembro deste ano. Isso também significa que a lutadora, considerada uma das mais temidas do MMA feminino mundial, terá apenas um combate – a vitória em 16s sobre Yamanaka, revogada e transformada em “luta sem resultado” – em um espaço de tempo de 30 meses. Após sua vitória sobre Jan Finney em junho de 2010, a curitibana passou meses em renegociação de contrato com o Strikeforce, até acertar seu retorno e enfrentar Yamanaka.

(Fonte: sportv.globo.com )

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